Somos amantes da teledramaturgia. Respeitamos a arte e a criação acima de tudo. Nosso profundo respeito a todos os profissionais que criam e fazem da televisão essa ferramenta grandiosa, poderosa, que desperta os mais variados sentimentos. Nossa crítica é nossa colaboração, nossa arma, nosso grito de liberdade.



ENTREVISTAS EXCLUSIVAS

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terça-feira, 15 de março de 2011
















por Duh Secco e Guilherme Staush


Voltou ontem à grade da Rede Globo o Programa do Jô, em seu décimo primeiro ano de exibição na emissora carioca. O programa de estreia foi muito morno. Pra começar, o apresentador apareceu com um paletó tão extravagante que faria inveja ao detetive Mário Fofoca; os convidados não tiveram nada de especial para um primeiro programa do ano, e as piadas continuam as mesmas. O apresentador, inclusive, mostrou um daqueles vídeos de “esportes pelo mundo”, que mostra um salto olímpico sem piscina, que já foi mostrado exaustivamente em seu programa. Parece que foi tudo improvisado nos últimos minutos antes da atração ser levada ao ar. O resultado foram míseros 4 pontos de audiência.

Voltou ontem, também, a quarta temporada do humorístico CQC, da Band.
As promessas de grandes novidades por enquanto ainda não vingaram. O programa apresenta os mesmos tipos de reportagens e a bancada com a mesma formação. De novidades, apenas o fato de o "Proteste Já!" agora ser apresentado por Oscar Filho, e a presença de Ronaldo, o Fenômeno, como convidado do programa. O jogador cumpriu a promessa que se caso o Corinthians não fosse campeão, iria se pesar ao vivo no programa.
No seu quarto ano de vida, mesmo sendo um programa semanal e não tendo exibido reprises nas férias, o programa mostra sinais de que precisa urgentemente ser renovado.
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Foi linda a declaração de amor de Thales (Armando Babaioff) a Julinho (André Arteche), no capítulo de segunda (14/03) em Ti Ti Ti. O “Eu te amo” dito por Thales em meio a uma festa de casamento é mais emblemático do que qualquer beijo gay constantemente reivindicado pelas mais diversas entidades ou prometido pelos autores apenas para promovem suas tramas. Ponto para Maria Adelaide Amaral e equipe.
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Restando poucas semanas para o seu final, Araguaia finalmente repercutiu. O público começa a discutir com quem o indeciso mocinho Solano (Murilo Rosa) deve ficar: Manuela (Milena Toscano) ou Estela (Cléo Pires). Se a novela não repercutiu o bastante, o mesmo não se pode dizer de sua audiência, que cresceu ao longo da narrativa, muito em parte por mérito do autor Walter Negrão, que corrigiu os erros iniciais e escreveu uma novela redonda, do jeito que o público do horário gosta.
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O SBT começou a exibir chamadas de Amor e Revolução. O texto dito em off continua pobre, como o de quase todas as chamadas da emissora. Mas pela edição de imagens e efeitos visuais, dá pra notar um grande avanço na teledramaturgia do canal. Só precisam parar de avisar que a trama entra em abril e colocarem logo a data da exibição, dia 05. O público precisa saber que vai ter outra estreia neste dia, fora o Ídolos, da Record.

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2 comentários:

Rodrigo disse...

O logotipo de "Amor e Revolução" é um dos mais horríveis que eu já vi. O SBT adora uma cafonice.

Eddy Fernandes disse...

O pior é que a proposta da novela é boa, mas o tom descritivo do TS mata.